sábado, 13 de março de 2010
Visitando o Castelo de Sonhos
Hoje, eu e a minha Amiga Margarida fomos visitar o Castelo de Sonhos. Visita guiada pela D. Liliana Rodrigues, A FORÇA!
Estou contente porque conheci mais uma pessoa Bonita. Assim. SÓ. Bonita.
O Tricot vai colaborar no Castelo de Sonhos com mantinhas para os mais pequenos- camas de grades, berços, alcofinhas, "ovo" e para os "maiores" com cachecóis, capas de lã (na minha terra chamam-lhe "carinhosas". Por que será ?? ai... ai....).
Está na hora de recontar mãos. Temos muito que trabalhar. Mantas que irão para a Madeira, essas grandes, e mais pequenas para o Castelo de Sonhos.
Recebi neste dias vários quadradinhos vindos do Alentejo,zona de Castro Verde, cachecol e lãs de Leiria e uma mantinha já feita que eu trouxe oferta da minha Amiga Filomena , a qual já está a servir de molde a dois pares de mãos que estão solidários. DE todos darei os devidos créditos junto com a foto. Não demorará.
Amanhã colocarei também as fotos da visita de hoje e dos donativos que acabei de referir.
Até amanhã.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Na senda da solidariedade
COPEI ESTE POST DO BLOGUE DA MINHA AMIGA NUCHA - TRÊS CHÁVENAS DE CHÁ-QUE ESTÁ SEMPRE ATENTA A COISAS BONITAS.
UMA DAS VÁRIAS FORMAS DE SE SER SOLIDÁRIO.
Grupos de apoio...
Está em desenvolvimento um movimento de intervenção social, que mereceu já o acolhimento de mais de uma centena de pessoas, que visa apoiar, durante um ano, com a quantia mensal de 250 euros, famílias que, residindo em qualquer ponto do país, passaram a encontrar-se em situação económica muitíssimo difícil, em virtude de despedimento, por fecho de fábricas ou outras empresas decorrente da presente crise.
A verificação do preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada família, que fundamentam a atribuição do apoio, é da responsabilidade do Padre Jardim Moreira, Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal, que, no momento, está já a seleccionar famílias residentes, nomeadamente, no Vale do Ave.
Para efectivar o apoio, são constituídos grupos.
Cada grupo, composto por dez pessoas, responsabiliza-se pelo apoio económico, durante um ano, a uma família concreta, contribuindo, cada elemento do grupo, com 25 euros por mês.
A equipa coordenada pelo Padre Jardim Moreira verificará, ao 4.º e 8.º mês do decurso da acção, se a família continua a necessitar do referido apoio económico.
É da responsabilidade do Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), em Lisboa, a abertura de conta específica dos Jerónimos, relativa a cada grupo, para recepção dos donativos, passagem dos correspondentes recibos e subsequente transferência para a família.
O nome da família a apoiar é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade.
Este movimento não tem qualquer conotação religiosa.
A situação do "próximo" assume, presentemente, tal gravidade que, para quem tem emprego assegurado, este apoio ― cerca de 83 cêntimos por dia, durante um ano ― não constitui apenas uma questão de solidariedade. É uma exigência de justiça!
Em ordem à criação de uma rede social de apoio aos mais frágeis, quem aderir a esta acção trará consigo mais uma pessoa amiga. E todos seremos poucos...
A presente acção de intervenção social iniciar‑se‑á quando forem indicadas, pelo Padre Jardim Moreira, as primeiras famílias.
Serão, então, comunicados a quem, entretanto, se inscreveu:
- o número do “grupo de apoio” a que pertence;
- a data de início da acção do respectivo grupo;
- o NIB da conta, pertencente à Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), criada especificamente para esse grupo; e
- o nome dos restantes nove elementos que compõem o respectivo grupo.
Para inscrever-se, deverá enviar um e-mail para jeronimos.familias@gmail.com, endereço criado especificamente para esta acção, indicando:
- nome;
- morada;
- telefone(s);
- n.º fiscal
- nome de pessoa amiga que, igualmente, queira integrar os "grupos de apoio a famílias", a qual deverá também inscrever-se nos mesmos moldes.
Pode encontrar-se notícia desta acção de intervenção social em:
www.paroquia-smbelem.pt/smbelem_home.htm
O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL) e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) estão, igualmente, a divulgar estão acção de intervenção social nos respectivos sites.
Presentemente, esta acção de intervenção social conta já com mais de 150 pessoas inscritas para integrarem os “grupos de apoio a famílias” ― expressivo sinal da força do sentimento de solidariedade existente na sociedade civil.
A tal, certamente, também não será alheia a resposta positiva ao pedido que temos feito no sentido de cada pessoa "cativar" um amigo, em ordem a tornar possível a criação, em tempo útil, de uma verdadeira rede de solidariedade.
Na mesma linha, nos vários contactos encetados junto de diversas entidades ― nomeadamente, Sindicatos (ASJP, ASPL, SMMP, FNE, STE, etc.), Gulbenkian, CTT, BPI, Siemens, Lions Clubes-Portugal, Delta Cafés ― não temos pedido qualquer apoio monetário para esta acção, mas antes solicitado a divulgação do movimento, pelos associados/funcionários, bem como a sua motivação para integração nos "grupos de apoio a famílias". Sugerimos, somente, às empresas que perspectivem a possibilidade de, no âmbito do seu mecenato, suportarem uma parcela do apoio individual (83 cêntimos/dia) de cada seu trabalhador que venha a aderir a esta acção de intervenção social.
Efectivamente, o desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade para com os mais frágeis ― este ano apoiando famílias, para o ano, porventura, idosos cuja pequena reforma não permite sequer satisfazer necessidades de saúde ― é tão importante quanto o apoio económico que pudéssemos receber de uma empresa.
Daí também o pedido e a insistência que fazemos no sentido de que cada pessoa, que queira integrar um "grupo de apoio a famílias", traga mais um amigo.
Tendo em vista o sentido e os objectivos desta acção de intervenção social e a importância, individual e colectiva, da formação da correspondente rede, constituiria um relevante apoio poder contar com a sua capacidade de intervenção e de mobilização.
Permitimo-nos, por isso, solicitar, ainda, a divulgação da presente acção de solidariedade junto de seus familiares e amigos, acompanhada de sensibilização pessoal para integração na rede.
Está em desenvolvimento um movimento de intervenção social, que mereceu já o acolhimento de mais de uma centena de pessoas, que visa apoiar, durante um ano, com a quantia mensal de 250 euros, famílias que, residindo em qualquer ponto do país, passaram a encontrar-se em situação económica muitíssimo difícil, em virtude de despedimento, por fecho de fábricas ou outras empresas decorrente da presente crise.
A verificação do preenchimento das acima referidas circunstâncias relativas a cada família, que fundamentam a atribuição do apoio, é da responsabilidade do Padre Jardim Moreira, Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza/Portugal, que, no momento, está já a seleccionar famílias residentes, nomeadamente, no Vale do Ave.
Para efectivar o apoio, são constituídos grupos.
Cada grupo, composto por dez pessoas, responsabiliza-se pelo apoio económico, durante um ano, a uma família concreta, contribuindo, cada elemento do grupo, com 25 euros por mês.
A equipa coordenada pelo Padre Jardim Moreira verificará, ao 4.º e 8.º mês do decurso da acção, se a família continua a necessitar do referido apoio económico.
É da responsabilidade do Prior da Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), em Lisboa, a abertura de conta específica dos Jerónimos, relativa a cada grupo, para recepção dos donativos, passagem dos correspondentes recibos e subsequente transferência para a família.
O nome da família a apoiar é confidencial, para respeitar o seu direito à intimidade e à privacidade.
Este movimento não tem qualquer conotação religiosa.
A situação do "próximo" assume, presentemente, tal gravidade que, para quem tem emprego assegurado, este apoio ― cerca de 83 cêntimos por dia, durante um ano ― não constitui apenas uma questão de solidariedade. É uma exigência de justiça!
Em ordem à criação de uma rede social de apoio aos mais frágeis, quem aderir a esta acção trará consigo mais uma pessoa amiga. E todos seremos poucos...
A presente acção de intervenção social iniciar‑se‑á quando forem indicadas, pelo Padre Jardim Moreira, as primeiras famílias.
Serão, então, comunicados a quem, entretanto, se inscreveu:
- o número do “grupo de apoio” a que pertence;
- a data de início da acção do respectivo grupo;
- o NIB da conta, pertencente à Paróquia de Santa Maria de Belém (Jerónimos), criada especificamente para esse grupo; e
- o nome dos restantes nove elementos que compõem o respectivo grupo.
Para inscrever-se, deverá enviar um e-mail para jeronimos.familias@gmail.com, endereço criado especificamente para esta acção, indicando:
- nome;
- morada;
- telefone(s);
- n.º fiscal
- nome de pessoa amiga que, igualmente, queira integrar os "grupos de apoio a famílias", a qual deverá também inscrever-se nos mesmos moldes.
Pode encontrar-se notícia desta acção de intervenção social em:
www.paroquia-smbelem.pt/smbelem_home.htm
O Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), a Associação Sindical dos Professores Licenciados (ASPL) e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) estão, igualmente, a divulgar estão acção de intervenção social nos respectivos sites.
Presentemente, esta acção de intervenção social conta já com mais de 150 pessoas inscritas para integrarem os “grupos de apoio a famílias” ― expressivo sinal da força do sentimento de solidariedade existente na sociedade civil.
A tal, certamente, também não será alheia a resposta positiva ao pedido que temos feito no sentido de cada pessoa "cativar" um amigo, em ordem a tornar possível a criação, em tempo útil, de uma verdadeira rede de solidariedade.
Na mesma linha, nos vários contactos encetados junto de diversas entidades ― nomeadamente, Sindicatos (ASJP, ASPL, SMMP, FNE, STE, etc.), Gulbenkian, CTT, BPI, Siemens, Lions Clubes-Portugal, Delta Cafés ― não temos pedido qualquer apoio monetário para esta acção, mas antes solicitado a divulgação do movimento, pelos associados/funcionários, bem como a sua motivação para integração nos "grupos de apoio a famílias". Sugerimos, somente, às empresas que perspectivem a possibilidade de, no âmbito do seu mecenato, suportarem uma parcela do apoio individual (83 cêntimos/dia) de cada seu trabalhador que venha a aderir a esta acção de intervenção social.
Efectivamente, o desenvolvimento, na sociedade civil, de um forte sentimento de solidariedade para com os mais frágeis ― este ano apoiando famílias, para o ano, porventura, idosos cuja pequena reforma não permite sequer satisfazer necessidades de saúde ― é tão importante quanto o apoio económico que pudéssemos receber de uma empresa.
Daí também o pedido e a insistência que fazemos no sentido de que cada pessoa, que queira integrar um "grupo de apoio a famílias", traga mais um amigo.
Tendo em vista o sentido e os objectivos desta acção de intervenção social e a importância, individual e colectiva, da formação da correspondente rede, constituiria um relevante apoio poder contar com a sua capacidade de intervenção e de mobilização.
Permitimo-nos, por isso, solicitar, ainda, a divulgação da presente acção de solidariedade junto de seus familiares e amigos, acompanhada de sensibilização pessoal para integração na rede.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Partilhar é preciso
Depois do contacto com o "Castelo de Sonhos" e a minha conversa esta tarde com a D. Liliana estou muito contente em anunciar que será esta Associação quem vai receber as mantinhas deste ano. Tão bom conhecer GENTE BONITA!
Contudo, neste momento queria ter o dobro do stock pois tudo o que temos no Tricot vai ser dividido entre o Castelo de Sonhos e aqueles que , neste momento, ainda precisam mais. Aqueles que tudo, ou quase tudo, perderam no passado sábado. Parte das mantinhas irão para a Madeira, aproveitando a gentileza dos Correios de Portugal.
Assim se partilham afectos. Gotinhas pequeninas e gotinhas grandes fazem imenso o oceano da solidariedade. Partilhemos. Tudo o que pudermos.
Todos podemos ajudar... Não custa NADA
PARA QUEM QUISER AJUDAR:
A Madeira precisa de ajuda.
O envio de roupa, adequada e em bom estado, é urgente.
Os CTT estão a oferecer o transporte e a embalagem. Basta ir a qualquer uma das 900 estações de Correios, pedir a caixa solidária e pôr como destinatário: "MADEIRA".
Não é preciso selo nem morada. Os serviços dos CTT tratarão de entregar as caixas às instituições locais.
A Madeira precisa de ajuda.
O envio de roupa, adequada e em bom estado, é urgente.
Os CTT estão a oferecer o transporte e a embalagem. Basta ir a qualquer uma das 900 estações de Correios, pedir a caixa solidária e pôr como destinatário: "MADEIRA".
Não é preciso selo nem morada. Os serviços dos CTT tratarão de entregar as caixas às instituições locais.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Coisas bonitas acontecendo aqui tão perto
É uma chatice eu ser meio ( ah, ah) azelha nesta coisa ds tecnologias. Se não fosse, esta coisa bonita que vos quero mostrar não estaria reduzido ao link.
Enfim, fica a intenção.
Quem sabe se o Tricot não pode dar uma "mãozinha"???
http://videos.sapo.pt/pBqudSFA0Ysatv8fRrSC
Tomara já amanhã para contactar.....
Enfim, fica a intenção.
Quem sabe se o Tricot não pode dar uma "mãozinha"???
http://videos.sapo.pt/pBqudSFA0Ysatv8fRrSC
Tomara já amanhã para contactar.....
Alguém que prezo muito, disse-me uma vez num momento menos bom da minha vida e que eu tenho repetido muitas vezes:
"quando Deus fecha uma porta, abre sempre uma janela". Esta frase veio agora à minha memória por ter relido o post anterior. Estará neste meu achado de hoje a explicação para a falta de contacto ? Como eu não acredito em "acasos" nem em "coincidências".....
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
As ironias da vida
Apesar de começar a ser uma situação recorrente, o certo é nunca me hei-de habituar e irá sempre fazer-me confunsão.
Há quase 15 dias contactei com uma Senhora que me foi informado como sendo alguém com responsabilidade/poder decisório num Centro de Idosos. Expliquei quem era, o que pretendia fazer, dei-lhe o nome do blogue para que fosse verificada a veracidade das minhas intenções e pedi-lhe que, caso aquilo que eu tinha para oferecer coubesse no âmbito das necessidades do Centro, me contactasse de volta dizendo quantas mantas precisavam pois o Tricot tinha algumas para oferecer.
Está visto que não pois, até agora, não tive nenhuma resposta ao oferecimento.
Aceito sem problemas que não fazem falta mas mereço uma resposta mesmo que ela seja negativa.
Não é uma pena?
Nunca me hei-de habituar. Irá sempre fazer-me confusão.
Perdoem-me o desabafo.
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