terça-feira, 3 de novembro de 2009
ZEZINHA, OBRIGADA
Nada acontece por acaso. Eu caí. Tu estavas lá, apesar dos teus próprios problemas. Obrigada Amiga. Estou de volta. Trouxeste-me o teu grupo de Amigos, todos de mangas arregaçadas. Não tenho mais braços para vos acolher. Sinto-me muito grata .
A SOLIDARIEDADE AINDA FAZ SENTIDO.
...Lembremo-nos, que no universo há um grande e benigno poder, que é capaz de abrir caminho onde não há caminho..." MARTIN LUTHER KING
E há um caminho. E há um pedido de desculpas. Eu devo-vos isso. Tenho vergonha de ter cedido, de me ter permitido duvidar. Não vai suceder mais. Às Fátimas, às Zezinhas, às Cláudias, às Cindys e a tantas outras pessoas quer já façam parte da minha vida ou nela tenham entrado agora OBRIGADA! OBRIGADA POR ME RELEMBRAREM QUE O OBJECTIVO É TÃO MAIOR que as pequenas indiferenças ou descasos.!
Eu sabia, eu sei que há um caminho. E escolhi-o no pleno uso das minhas faculdades. E é esse caminho que vou trilhar, haja o que houver.
Vamos trabalhar?
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Tempo de Definições
Este fim de semana trouxe-me uma nova prespectiva da diferença entre o que é o Tricot de Afectos para mim (e todos aqueles que acreditam no mesmo que eu e responderam aos meus apelos da maneira como o fizeram), e o que é para algumas outras pessoas.
Estes acontecimentos chamaram-me à terra. Dói-me a indiferença, o descaso. Mas vai passar. Apesar de odiar esta frase porque adoro estes bichinhos tenho que o citar porque demonstra aquilo que quero dizer: "Por morrer uma andorinha, não acaba a Primavera". Assim será.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Já mexe o novo projecto
Algumas das coisas novas:

Mantinha feita pela Irmã da D. Violante, D. Maria Adelina. Veio de longe. Sines, para ser exacta. Muito obrigada pela gentileza. Alguém vai sentir-se muito quentinha debaixo dela. Só falta a fita ao redor. Citando a minha Ma'inha que está sempre presente na minha vida " que nunca lhe caiam as mãos.".

Isto é um saco cheio de restinhos de lã, os quais, com um pouquinho de paciência se transformam nisto:


novas

Mantinha feita pela Irmã da D. Violante, D. Maria Adelina. Veio de longe. Sines, para ser exacta. Muito obrigada pela gentileza. Alguém vai sentir-se muito quentinha debaixo dela. Só falta a fita ao redor. Citando a minha Ma'inha que está sempre presente na minha vida " que nunca lhe caiam as mãos.".

Isto é um saco cheio de restinhos de lã, os quais, com um pouquinho de paciência se transformam nisto:


Quadradinhos que a minha Amiga Lídia fez ainda antes do Verão entrar em força.
novas
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Será que é de vez??
Será que é agora que o calor abranda? Não consigo ter lã nas mãos por muito tempo.
Além disso, este ano estou mais lenta por duas razões : uma porque enquanto não se fizer a entrega na Buganvília não consigo concluir o projecto do ano passado e, embora gostando de fazer várias coisas ao mesmo tempo, essas coisas são sempre diferentes uma da outra, o que aqui não se verifica.
Definitivamente, enquanto não fizer a entrega não consigo centrar-me no novo projecto. E como a entrega só será feita quando o tempo ficar mais fresco....grrrrr
Assim que, eis-me ora num pé ora noutro, dividida entre a vontade de avançar e o travão que me me impõe a impressão que ficam coisas por fazer.
Para além disso, como se o anterior não bastasse, estou com problemas no pescoço e tenho um "companheiro" extra . UM COLARINHO!!!!!!!!!!!!!!!!
Enfim, tudo isto há-de ser temporário e daqui a algum tempo já posso voltar ao meu ritmo normal.
Até lá tenho que ter juízo, se quero passar a efectivo tudo o que continuo sonhando fazer. E como sonhar nos liberta ....
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
É JÁ AMANHÃ
É verdade! Amanhã arranca o 3º. ano do Tricot de Afectos. Um novo projecto se inicia.
Alinha???
Já começamos com vantagem porque, para além das lãs, quadrados feitos e mantinhas já concluídas ainda temos uma série delas que a minha Amiga Dulce Lopes me trouxe do Canadá. Acreditam? Se não acreditam vão ver no próximo comentário as fotos que eu vou tirar das ditas cujas. Obrigada amiga.
Até amanhã.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Faz hoje um ano
Faz hoje um ano que a minha Ma'inha desistiu de viver.
Amo-te MÃE.
No mais fundo de ti, eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou o retrato adormecido no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras que há leitos onde o frio não se demora e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo são duras, mãe, e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas que apertava junto ao coração no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas, talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa; esqueceste que as minhas pernas cresceram, que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? — às vezes ainda sou o menino que adormeceu nos teus olhos; ainda aperto contra o coração rosas tão brancas como as que tens na moldura; ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme, e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura, dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim. E deixo-te as rosas. Boa noite.
Eu vou com as aves. (Eugénio de Andrade)
Amo-te MÃE.
No mais fundo de ti, eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou o retrato adormecido no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras que há leitos onde o frio não se demora e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo são duras, mãe, e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas que apertava junto ao coração no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas, talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa; esqueceste que as minhas pernas cresceram, que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? — às vezes ainda sou o menino que adormeceu nos teus olhos; ainda aperto contra o coração rosas tão brancas como as que tens na moldura; ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme, e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura, dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim. E deixo-te as rosas. Boa noite.
Eu vou com as aves. (Eugénio de Andrade)
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